Sobre a empresa
Nossa Missão

 

"Formar mão-de-obra qualificada, fundamentada em sólidos conhecimentos técnicos e tecnológicos, desenvolvendo talentos para atuar em diversas áreas da Eletroeletrônica e Informática, prestando serviços de assistência técnica da mais alta qualidade, com responsabilidade e competência, contribuindo para o fortalecimento do setor de serviços, gerando emprego e renda, promovendo o desenvolvimento pleno e sustentável do estado de Alagoas".

Fundação

 

Somos uma empresa sólida, séria e competente, que desde 2001, ano de sua fundação, forma profissionais capacitados para o mercado de trabalho eletroeletrônico.

 

Diferencial

 

Nosso diferencial está na didática de ensino, que permite ter em uma mesma sala de aula alunos iniciantes e veteranos. Além disso, todos os cursos são baseados em análises de circuito, que capacitam o aluno a  identificar defeitos nos equipamentos com precisão. Nossa escola é pioneira no ensino de manutenção de equipamentos eletroeletrônicos baseado em análise de circuito.

 

Registro

 

A escola é devidamente registrada no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) sob nº 06.325.800/0001-69, sendo o seu certificado reconhecido em todo o território nacional.

 

Sobre o Responsável Técnico

Olá,

Meu nome é Valdenilton Walfrides, brasileiro, alagoano e maceioense. Sou simplesmente apaixonado por tudo que envolve Eletrônica, especificamente na área de conserto de equipamentos de bens de consumo e industriais. 

 

Atualmente sou Coordenador, Produtor e Instrutor dos Cursos de Eletrônica ministrados pela Technology Cursos desde 2001.

Se você chegou até aqui é porque tem interesse em saber como eu consegui passar de Mecânico de Manutenção Industrial para Técnico em Eletrônica e permanecer nesse nicho de mercado que é a Eletrônica desde 1994 até os dias de hoje. Um mercado que não conhece crise, que está sempre se reinventando.
Quando você aprende a trabalhar com Eletrônica você se liberta de tal forma que pode escolher o que fazer daí prá frente: Trabalhar para você mesmo, trabalhar para uma assistência técnica ou terceirizar sua mão de obra, trabalhando como free lancer. Além disso, a Eletrônica ainda te dá várias oportunidades de negócio.
Eu costumo dizer que há duas profissões que uma pessoa pode ser bem remunerada sem no entanto ter um grau elevado de estudo: A de Técnico em Eletrônica e a de Pedreiro. Se você parar para pensar, vai ver que existe um fundo de razão nisso e eu tenho vários exemplos do que estou dizendo, inclusive na família.
Multímetro Digital
Colher de Pedreiro
Sou formado como Técnico em Eletroeletrônica (com ênfase em Processos Industriais) pelo Colégio Polivalente de Brasília/DF e em Mecânica Geral (com ênfase em Ajustador Mecânico) pelo SENAI/AL.
Colégio Integrado Polivalente - Brasília/DF
Senai - Maceió/AL
Em 1975, aos 9 anos de idade, meu pai decidiu que era hora d'eu trabalhar. Meu pai era daquelas pessoas que achava que o sucesso na vida de um homem vinha do trabalho e não do estudo. Por isso fui levado com tão pouca idade para ser seu "auxiliar". Mal sabia eu que no futuro isso iria me ajudar e muito...
Teatro Deodoro
Meu pai trabalhava na área de Manutenção do Teatro mais famoso da cidade e lá me deparei com vários tipos de máquinas que até então nem sabia que existiam: Tupia, Serra Circular, Furadeira de Bancada, Esmerilhadeira, etc. Sem contar com o maquinário de refrigeração que continha motores de todos os tipos.
Foi justamente a manutenção de um motor elétrico que me fez despertar para a área de Eletricidade, já que naquela época a Eletrônica era pouca desenvolvida e não chamava muito a atenção da galera.
 
A primeira vez que eu vi o Eletricista de Manutenção desmontar o motor para trocar os rolamentos, montá-lo novamente e depois colocá-lo na máquina e ela funcionar, foi amor a primeira vista pela profissão.
Motor Elétrico
A partir daquele momento, comecei a importunar o meu pai para trabalhar naquele setor da manutenção, para que eu pudesse aprender a fazer aquilo também (tadinho de mim, tão novinho e tão sonhador...)
 
Com o passar dos anos acompanhando a movimentação dos profissionais de manutenção, minha vontade em aprender a profissão de Eletricista de Manutenção só foi aumentando até que em 1979 meu pai decidiu me inscrever em um curso de Eletricidade Básica oferecido pelo Senai, localizado no bairro do Poço. 
Uma vez inscrito no curso de Eletricidade Básica, fui chamado para fazer as provas de seleção. Conclui as provas e dias depois um novo chamado, agora para saber do resultado (quem passou, quem não passou) e graças a Deus eu tinha conseguido passar.
Mas nesse mesmo dia, recebi uma notícia que iria modificar e muito o rumo da minha vida: Não tinha mais vaga para me incluir na turma de Eletricidade Básica. Eu teria que escolher uma outra área como opção. Foi um balde de água fria nos meus planos, que já estava contando os dias para começar a estudar Eletricidade.
Como não tinha jeito mesmo de entrar na turma de Eletricidade Básica e como eu tinha direito de escolher outra opção porque tinha passado nas provas, optei pela área de Mecânica Industrial, que se dividia em três 
cursos: Ajustador Mecânico, Torneiro Mecânico e Frezador Mecânico. 
Ajustador Mecânico
Escolhi o curso de Ajustador Mecânico, que era o que mais se aproximava dos serviços que eu ajudava a executar lá na manutenção do teatro. O curso durou três anos e no início de 1982 fui indicado para fazer estágio na Hidranorte Hidráulica, situada no Distrito Industrial Gov. Luiz Cavalcante. Eu estava com 16 anos.
Pólo Industrial 
A Hidranorte era uma empresa voltada para manutenção de equipamentos hidráulicos e pneumáticos. A grande maioria dos seus serviços era recuperação de carregadeiras de cana, tanto da parte hidráulica, que era o carro-chefe da empresa, quanto da parte mecânica em geral.
Carregadeira de Cana
Acessórios Hidráulicos
Foi aqui que comecei a botar a "mão na massa", onde aprendi a fazer manutenção em bomba hidráulica, substituir rolamentos, anéis "O", retentores de óleo, recuperar bloco manifold, trocar reparos de atuadores hidráulicos (cilindros). Aqui eu percebi que estava muito distante da área em que pretendia atuar.    
Mesmo sabendo que a mecânica industrial não era a minha "praia" segui me dedicando nesta atividade porque de uma forma ou de outra eu estava aprendendo a consertar alguma coisa, que era justamente o que eu queria, só que na área de Eletricidade.
O trabalho para recuperar carregadeiras de cana era muito árduo e requeria bastante esforço físico pois os equipamentos chegavam muito oxidados e era preciso usar marretas pesadas. Como naquela época eu era muito novo (16 anos) e muito franzino, decidi não ficar na empresa após o término do estágio. 
Ao retornar para o Senai para buscar o Certificado de Conclusão do Curso, fui indicado novamente para uma nova empresa: A Mecânica Pesada Continental (hoje Dedini).
 Mecânica Pesada Continental (hoje Dedini)
A Mecânica Pesada Continental era uma empresa de grande porte que se destacava por atuar em vários segmentos industriais como Mecânica (leve e pesada), Fundição, Caldeiraria, Tratamento Térmico, etc...
Aqui aconteceu um fato que definiria de uma vez por todas o meu rumo dentro da área mecânica: O meu encaminhamento era para trabalhar na área de Mecânica Leve (setor dos ajustadores mecânicos), mas quando eu me apresentei ao Engenheiro Coordenador dessa área, ele disse que não havia vaga disponível.
Um outro Engenheiro que tinha um birô ao lado me perguntou se eu não queria fazer parte da área de Manutenção da empresa. Como o meu interesse sempre foi fazer manutenção, o convite caiu como uma luva. Aceitei de prontidão e no dia 16 de Agosto de 1982 eu era o mais novo contratado da MPC.
Na Mecânica Pesada Continental eu aprendi muita coisa, mas muita coisa mesmo. Comecei como Lubrificador de Máquinas, onde aprendi tudo sobre óleo, graxa, aditivos, preparação de lubrificantes para cabos de aço, viscosidade, medição de nível, filtros, elaboração de planilhas, planos de lubrificação, etc. 
Eletricista
Industrial
Lubrificador
Industrial
Mecânico 
Industrial
Notou como a minha decisão de participar do setor de manutenção da empresa foi uma decisão acertada? Eu aprenderia a consertar muito mais coisa e ao mesmo tempo estaria perto dos Eletricistas! Inclusive, em algumas oportunidades, eu era auxiliar deles quando a demanda de serviço era alta. Aqui cabe uma lição:
              NUNCA PERCA UMA OPORTUNIDADE. ELA NÃO BATE DUAS VEZES NA SUA PORTA!
Com o passar dos anos, a minha dedicação diária como lubrificador e nas horas vagas auxiliar dos outros profissionais do setor de manutenção me levou a ser promovido, em 1985 a Mecânico de Manutenção I.
1985 - 1ª Classificação (Mecânico I)
A partir dessa promoção, minha habilidade em consertar equipamentos só cresceu, pois agora eu tinha "liberdade" para consertar equipamentos que pertencessem à minha área de atuação, que era de nível 1, como talhas elétricas, plainas limadoras, tornos mecânicos, frezadoras, serras circulares e puncionadeiras.
Dois anos mais tarde, em 1987, fui promovido novamente, passando a atuar como Mecânico de Manutenção Nível II, podendo agora aprofundar o meu conhecimento na manutenção de equipamentos industriais.
1987 - 2ª Classificação (Mecânico II)
Com a promoção para Mecânico de Nível II, passei a consertar Mandriladoras Verticais e Horizontais, Plainas Limadoras Verticais, Tornos Universais e Automáticos, Prensas Hidráulicas, Calandras, Pontes Rolantes de 32 toneladas , Furadeiras Radiais, Compressores de Ar, Guindastes, Fornos de Fundição, etc...
Você percebeu que cada vez mais eu estava envolvido com conserto de manutenção de equipamentos mecânicos? Mas você acha que eu estava triste com isso? Que tinha desistido do meu sonho de entrar para área Elétrica? A resposta é não e eu lhe explico porque:
Todos esses equipamentos que eu fazia manutenção tinham uma coisa em comum: Funcionavam através de Eletricidade. E o melhor de tudo é que eles apresentavam defeitos na parte elétrica e quando o Eletricista vinha fazer a manutenção eu o acompanhava e com isso fui ganhando experiência nessa área também.
Em 1990, já casado e pai de um filho, decidi sair da Mecânica Pesada Continental para melhorar minha renda mensal e fui trabalhar no promissor Pólo Cloroquímico de Alagoas, situado em Marechal Deodoro.
Polo Cloroquímico - Marechal Deodoro/AL
Como já tinha experiência em manutenção mecânica de equipamentos diversos, logo encontrei uma empresa terceirizada para trabalhar: A MONTEC. Realizei os testes e os exames médicos em uma semana e na outra já estava trabalhando como Mecânico Industrial Nível 2.
Função: Mecânico de Manutenção II
Eu ainda estava trabalhando nas paradas do Polo Cloroquímico e da Braskem com a MONTEC quando um amigo meu comentou que em Garanhuns/PE estava para inaugurar uma indústria alimentícia de grande porte (Multinacional) e que estava contratando Mecânico Industrial para o seu quadro fixo.
 
Não pensei duas vezes: Pedi demissão da MONTEC e parti para Pernambuco para tentar a sorte na recém-chegada Refinações de Milho Brasil (hoje Unilever) em busca de um emprego estável e rentável.
Fábrica da Unilever - Unidade Garanhuns/PE
Chegando em Pernambuco a história não foi diferente: Como eu já tinha experiência como Mecânico de Manutenção Industrial, fiz os testes teóricos e práticos, como também os exames médicos durante a semana e no dia 21 de Janeiro de 1991 o mais novo Mecânico contratado da Refinações de Milho Brasil começou a trabalhar, acompanhando os mecânicos da MONTCALM, pois a RMB ainda não tinha sido inaugurada. 
Função: Mecânico de Manutenção II
Eu já tinha experiência em indústria Hidráulica (Hidranorte), Metalúrgica (Mecânica Pesada Continental) e Petroquímica (Polo Cloroquímico). Agora eu tinha um novo desafio pela frente: Encarar a manutenção de equipamentos de uma indústria Alimentícia (RMB), totalmente diferentes do que eu estava acostumado.
Substituição do Filtro do Silo
Máquinas de Embalagem
Silo, Tubulação, Guilhotina e Motoredutor
O primeiro desafio foi ter que trabalhar com fardamento branco, sem no entanto poder sujá-lo pois caso isso acontecesse seria impedido pelos gerentes de produção de entrar nas áreas de produção de Cremogema, Maizena, Maionese Hellmanns, Caldo Knorr e Mel Karo. Além disso poderia levar advertência ou punição.
Setor de Manutenção: Área Externa
Setor de Manutenção: Área Interna
Manutenção de Empilhadeira
Misturador de Caldo Knorr
Parte da Equipe de Manutenção
Se faltava algum equipamento mecânico dentro de uma indústria que eu tivesse que aprender a fazer manutenção, foi aqui na Refinações de Milho Brasil que completei o meu conhecimento sobre Mecânica Industrial. Na realidade, foi nesta empresa que eu atingi o meu auge em tudo, inclusive financeiro.
 
Você deve estar pensando agora: É, já que ele está em uma empresa Multinacional, pertence ao quadro fixo de funcionários da empresa e está estabilizado financeiramente, não pensa mais em trabalhar na área Elétrica. Correto?
       A resposta é: Errado! Eu nunca desisti do meu sonho de ser um profissional da área Elétrica.
E foi justamente na Refinações de Milho Brasil que minha chance de aprender os conceitos da Eletricidade se tornou realidade. Eu trabalhava em regime de turnos de trabalho e geralmente eram designados um Mecânico e um Eletricista para serem plantonistas de um turno (das 23h00 às 5h00 por exemplo). 
Durante o plantão, eu auxiliava o Eletricista a consertar a parte elétrica das máquinas que paravam e ele me auxiliava na manutenção dos defeitos mecânicos. Dessa forma meu conhecimento em Eletricidade foi aumentando e a curiosidade pela Eletrônica também, já que a maioria dos equipamentos da empresa eram controlados por dispositivos eletrônicos.  
A oportunidade de aprender os princípios da Eletricidade aconteceu quando a empresa decidiu que os mecânicos habilitados a consertar empilhadeiras (eu era um deles) deveriam entender também da parte elétrica, para que pudessem fazer os testes na máquina pós conserto e não ter que deslocar um Eletricista só para fazer esse serviço, já que o circuito elétrico não era tão complexo.
A partir da decisão da diretoria da empresa, meu objetivo de vida começou a se tornar realidade. Eu que já fazia a manutenção da parte mecânica e da parte hidráulica da empilhadeira, agora passaria a fazer da parte elétrica também com autorização da empresa (que era tudo o que eu queria). O próximo passo foi encontrar uma escola onde eu pudesse realizar o curso de Eletricidade.  
Foi aí que em Outubro de 1994 me inscrevi num Curso de Eletrônica que estava sendo promovido pelo Lions Club de Garanhuns em parceria com o Centro Integrado de Eletrônica (CIEL). O curso teve duração de 1 ano e me despertou para uma nova paixão: A ELETRÔNICA.
E foi aqui que o meu sonho começou a se tornar realidade
Primeiro certificado de Eletrônica
de muitos que viriam pela frente
Estudando Eletrônica percebi que poderia "voar mais alto" do que só aprender Eletricidade. A Eletrônica dentro da empresa em que eu trabalhava tinha uma área de atuação mais abrangente do que a Eletricidade e que no futuro (mal sabia eu) quem dominasse seus conceitos teria ótimas oportunidades de crescimento.
 
Dito e feito. Em pouco tempo, a Eletrônica tomou conta do controle das máquinas operatrizes e tornou-se um desafio para todos nós da área de manutenção, motivo pelo qual comecei a investir cada dia mais em conhecimento para acompanhar o desenvolvimento dessa ciência maravilhosa.
A Eletrônica me encantou muito mais do que a Eletricidade. Era um mundo cheio de componentes a se compreender, testes a realizar, análises de circuitos profundas, ferramentas dedicadas e mais, muito mais...
 
Eu precisava encontrar um lugar onde as pessoas convivessem com ela, onde eu pudesse acompanhar o cotidiano dessas pessoas fazendo manutenção em equipamentos eletrônicos, já que o curso de Eletrônica Básica que eu tinha concluído no CIEL também ensinou conserto de TV Preto e Branco e Som 3 em 1.
Bati em "várias portas" querendo trabalhar como auxiliar ou estagiário de Eletrônica mesmo sem ganhar nada porque eu já recebia um ótimo salário da empresa mas só me diziam não.
 
Como eu sou brasileiro e não desisto nunca, continuei a minha busca por um espaço nessa área até que um certo dia quando estava voltando da empresa (nesse tempo eu estava no turno das 5h00 às 14h00) resolvi "bater na porta" de uma oficina autorizada em conserto de equipamentos eletrônicos de bens de consumo.
 Autorizada Semp/Toshiba - Garanhuns / PE - 1996
Autorizada Semp/Toshiba
Função: Técnico em Eletrônica
Certo de que receberia mais um não pela frente, tive uma surpresa maravilhosa, que fez o meu sorriso abrir de canto a canto das orelhas: Recebi um sim. Neste momento, eu era o homem mais feliz do mundo!  

E foi aqui, na Assistência Técnica Autorizada SEMP/TOSHIBA, em 1996, que minha carreira na área Eletrônica iniciou como Estagiário (mais uma vez). Aqui eu tive a oportunidade de aprender a consertar equipamentos de bens de consumo dos mais variados, o que me possibilitou adquirir um vasto conhecimento em Eletrônica. 

Uma ano depois, já sabendo andar com as próprias pernas para realizar diagnósticos em equipamentos eletrônicos diversos, tomei aquela que considero a maior decisão da minha vida: Mudar de profissão! Naquele momento, eu tinha plena convicção que poderia ingressar na área Eletrônica e dela sobreviver.

Nesse tempo eu trabalhava das 5h00 às 14h00 na Refinações de Milho e das 14h30 às 18h30 na Autorizada Semp Toshiba. Pedi demissão primeiro na Refinações de Milho Brasil (onde houve grande objeção para eu não fazer isso) e depois na Autorizada da Semp/Toshiba (onde alguns me consideraram louco por tomar essas decisões). Eu queria voltar para Maceió para trabalhar exclusivamente com Eletrônica.

Não tiro a razão deles porque eu ganhava um ótimo salário na Refinações de Milho Brasil e ainda ganhava pelos consertos que eu realizava na Autorizada Semp/Toshiba. Em ambas as empresas eu era respeitado pelo comprometimento e pela qualidade dos serviços realizados. Mas aqui cabe outra lição: 

                SIGA O SEU CORAÇÃO. NINGUÉM CONHECE VOCÊ COMO VOCÊ MESMO!

 

De volta a Maceió, minha terra natal, trabalhei como free lancer em eletrônicas especializadas, até constituir sociedade com um amigo e fundarmos a Eletrônica Planeta, especializada no conserto de vários equipamentos eletrônicos nas áreas de áudio e vídeo. 

 

Com o fim da sociedade, fui trabalhar como Instrutor de Eletrônica na Eletrônica Alves Cursos, pioneira nesse ramo de negócio na cidade. De lá, me transferi, em 1999 para o Game Station, uma empresa que estava inaugurando suas instalações em Maceió e que trazia grandes novidades na área de Eletrônica Industrial.

 

Game Station - Maceió / AL - 1999
Game Station - Unidade Maceió
Função: Líder Téc. de Eletrônica

Durante os dois primeiros anos de muito trabalho no Game Station Maceió, consegui junto com minha equipe restaurar a originalidade de diversas máquinas, fazer modificações estruturais em outras e implantar planos de manutenção que possibilitaram manter os equipamentos trabalhando com mais frequência, diminuindo e muito o tempo de parada deles, contribuindo para uma satisfação maior dos clientes.

Dois anos após ter sido admitido no Game Station Maceió, resolvi "voar mais alto": Abrir minha própria Assistência Técnica. Foi então que em 1º de Março de 2001, inaugurei a Sete Colinas Eletrônica e Cursos, empresa voltada para manutenção de equipamentos de bens de consumo e formação de mão de obra qualificada para a área de Eletrônica. O "rojão" era duro: Eu dava aula pela manhã (8h00 às 12h00), no dia de folga também e no período da tarde e da noite (14h00 às 22h00) prestava serviços no Game Station.  

Sete Colinas Eletrônica e Cursos - 1ª Sede - 2001
Sala de Consertos
Sala de Ensino

Com o crescimento expressivo no setor de ensino da Sete Colinas Eletrônica e Cursos durante os dois primeiros anos de inauguração, tive que alugar um ponto novo para acomodar os novos alunos. E assim foi feito. Em 2003 mudamos para um ponto com espaço suficiente para acomodar as novas turmas formadas.

Sete Colinas Eletrônica e Cursos - 2ª Sede - 2003
Sala de Aulas Teóricas
Sala de Aulas Práticas

A mudança de ponto e a constante formação de turmas consolidou de vez a Sete Colinas Cursos no mercado, motivo pelo qual, em 2004, tomei a mesma decisão que tinha tomado em Garanhuns há 7 anos atrás: Pedi demissão do Game Station para poder me dedicar exclusivamente ao ensino. 

No segundo semestre de 2010 resolvi mudar de local e nome fantasia. Saimos do ponto em que estávamos desde 2003 e fomos para o centro da cidade já com o novo nome fantasia: Technology Cursos. Lá passamos uma breve temporada, porque não conseguíamos bater as metas mensais estipuladas.

Technology Cursos - 3ª Sede - 2010

Sem conseguir atingir as metas mensais com a sede no Centro da cidade, resolvi voltar para o bairro do Tabuleiro dos Martins, onde tudo começou. Comprei uma casa e adequei seus cômodos para espaços profissionais: Recepção, sala de aula teórica/prática, área de serviço e almoxarifado. Após isso, fiz divulgação nos jornais mais influentes da cidade na época, distribui panfletos e liguei para vários alunos informando o retorno da escola. No primeiro mês de inauguração, conseguimos bater a meta estipulada.

Technology Cursos - 4ª Sede (Própria) - 2011

O retorno da escola ao bairro de origem facilitou o tráfego para diversos alunos que não tinham tempo para ir estudar na sede instalada no Centro da cidade, motivo pelo qual ainda nos encontramos no mesmo local desde 2011. De lá para cá temos feito melhorias nas dependências da escola e investimento em novos instrumentos e ferramentas com o intuito de melhorar cada vez mais a formação dessa mão de obra.

Technology Cursos - Sala de Aula Atual - 2020
Diploma do Curso Técnico
de Eletroeletrônica
Certificado do Curso
Profissionalizante de Mecânica Geral

A área Eletrônica está em constante desenvolvimento tecnológico, motivo pelo qual é necessário estar sempre se atualizando, fazendo cursos, participando de treinamentos, palestras, work shops, feiras, etc. Eu sou do tempo do Vídeo Cassete Betamax, da TV Valvulada, do Tape Deck, do Passa-disco, do Som 3 em 1 e por aí vai.

 

Se eu não estivesse sempre me reciclando, não teria acompanhado a evolução desse mercado. O Diploma e o Certificado mostrados acima representam apenas a ponta do Iceberg dos mais de 60 cursos que já realizei durante todos esses anos. Portanto, ao entrar nessa área, procure sempre se manter atualizado.

Resumindo minha história de vida:

Perceba que desde o início, lá em 1979, minha intenção era estudar Eletricidade e não Mecânica Industrial. Só entrei na área Mecânica porque não havia mais vaga na turma de Eletricidade. Mas mesmo trabalhando com Mecânica Industrial (metalúrgica, petroquímica, alimentícia) e me dando bem nessa área, nunca desisti do meu sonho, que era trabalhar com algo que envolvesse a Eletricidade. E aqui cabe mais uma lição:

                                                        NUNCA DESISTA DO SEU SONHO

Eu demorei 14 anos para realizar o meu, mas em momento algum pensei em desistir dele. Por isso que eu lhe aconselho a continuar batalhando pelo seu, mesmo que alguém lhe desanime dizendo que será impossível realizá-lo. Siga tão somente o seu coração.

Nada do que relatei até agora não teria acontecido na minha vida se eu não tivesse tomado uma atitude:

                                                                DAR O PRIMEIRO PASSO

Fui no Senai, me inscrevi no curso de Eletricidade e mesmo não conseguindo estudá-lo, fui trabalhar em uma área onde a Eletricidade fazia parte dela.

Anos depois, novamente dei o primeiro passo para mudar de profissão, me inscrevendo em um curso de Eletrônica porque nele ensinava os conceitos da Eletricidade. Mal sabia eu que era a Eletrônica que iria mudar para sempre o meu destino, fazendo eu atingir o meu objetivo de vida.

 

Por isso que eu termino o resumo da minha história com um ditado que diz o seguinte: "O primeiro passo não nos leva aonde queremos chegar, mas nos tira de onde estamos". Portanto, dê o primeiro passo.  Saia do lugar onde se encontra! Só assim você vai poder mudar o seu destino e atingir o seu objetivo!

Hoje me encontro assim: Passando meu conhecimento técnico e minha experiência de vida para outras pessoas, fazendo o que gosto e o melhor: No meu próprio negócio. Mas para isso acontecer, eu tive que:

 

             1) Dar o primeiro passo (Fui em busca do meu objetivo);

             2) Estudar bastante (Sempre me mantive atualizado para poder competir de igual para igual);

             3) Trabalhar arduamente (Me entreguei de corpo e alma à minha profissão);

             4) Ter paciência (Esperei as coisas acontecerem no seu devido tempo);

             5) Ter fé (Sempre confiei em Deus incondicionalmente).

Se eu consegui realizar meu sonho, mesmo depois de 14 anos sem a ajuda da tecnologia que existe hoje (Internet, Redes Sociais, Smartphone, etc) você também pode conseguir em um espaço de tempo bem menor do que o meu. Basta dar o primeiro passo.

Agora que já fomos apresentados, escolha um curso (On-line ou Presencial) que seja a sua cara, que lhe dê prazer em estudá-lo para que você possa extrair o máximo de informações possíveis que possam ser aplicadas no seu cotidiano e ajude-o(a) a aprender uma profissão rentável e abrir seu  próprio negócio.

Te desejo toda a sorte do mundo. Faça bom proveito do conteúdo do nosso site. Nos vemos em breve!

Aula Prática do Curso de Conserto de TV Digital
Aula Teórica do Curso de Eletrônica Básica 1
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